terça-feira, 4 de janeiro de 2011

Deu Tia Cenira


Uma ação eficiente de bastidores articulada por José Eustáquio Nascimento, com o apoio de Wanilton Chagas, acabou dando a vereadora Tia Cenira (PR) a presidência do legislativo passense.  O trabalho feito por ambos garantiu os votos de quase toda a situação para a vereadora da oposição, que tinha Tuco como seu candidato natural. Dois candidatos foram entregues às feras. O primeiro foi Cláudio Félix, que angariou, num primeiro momento, os votos da maioria da oposição. Ele tinha quatro (O dele, Dentinho, Jefinho e Zetinho), que se confirmaram na votação a posição assumda publicamente. Tia Cenira, que tinha na oposição o voto dela e de Chaparral, conseguiu o apoio de Renato Andrade, que age na Câmara como fiel da balança, que pende, nas votações de interesse da administração, a favor da mesma, decidiu dar o voto de gratidão já que a vereadora apoio abertamente sua candidatura a deputado federal. O que poucos achavam possível era que a situação lhe desse o voto. Mas foi o que aconteceu. Ai Tuco foi mandato às feras também registrando a seu favor, apenas o seu próprio voto.

Alguns fatores permitiram este desfecho.  Um deles é o clima pouco amistoso existente entre o presidente do PR, Wanilton Chagas e Dr Cláudio Félix. Embora tivessem acontecido tratativas para eliminar as arestas, com o vereador garantindo a posição ocupada pelo presidente do PR, como assessor de bancada do PR,  parece que imperou a desconfiança e enquanto Waniltoin sinalizava que o partido apoiara o médico à presidência, costurava uma aliança que pernitiria à Tia Cenira permanecer no páreo.

Em razão de seu desgaste perante a administração atual, ele tratou de aparar as arestas. Primeiro trabalhou o voto de Tia Cenira em favor da aprovação do orçamento com remanejamento de 30%, o que aconteceu. Ja estava acertado o voto de Tia Cenira também em favor da atualização da Planta Genéria de Valores, o que não foi preciso se confirmar já que  a liderança do prefeito retirou o projeto. Esse movimento quebrou o gelo.

Aí entra a ação de José Eustáquio Nascimento. Consolidou  voto de Chaparral em Tia Cenira e articulou o voto da situação. Ai entra tambem a desconfiança da administração em Cláudio Félix.  Ele tem uma atuação discreta, sem grandes alardes, mas na maioiria das vezes votou em consonância com a oposiçao em projetos decisivos. 

Foi esta desconfiança que ficou ressaltada para a situação e levou três votos dela - situaçao - para Tia Cenira.

Se Taquinho agiu com espiríto de liderança, não se omitindo em ter posicionamento claro,  o mesmo não aconteceeu com Ataíde Vilela, completamente ausente do processo.  Não opinou, deixou correr frouxo e perdeu todas as  condições de interferir no processo. Vai pagar o preço, enquanto Taquinho vai expandindo sua presença no processo político da cidade.

Agora é aguardar uma oposição combalida, porque mesmo que Tia Cenira tenha se comprometido manter a postura de oposição, ninguém em sã consciência iria desprezar um apoio tão decisivo para sua eleição. Dá até para acreditar mesmo que Wanilton não tenha negociado cargo para si, mas que a situação ganha condições de trânsito mais facilitado isso é patente.

Enfim, é mais um passo dado na direção do pleito de 2012 em que sairam melhor Taquinho e Hernani e perdeu Ataíde. É o que vamos checar mais à frente.

Mas quem tem que comemorar nesse momento é Tia Cenira.  Ela é mais uma mulher na frente de um poder no `País.  Entra num momento de expectativa favorável às mulhres, com Dilma presidente, e como ela disse a nós pessoalmente, quer cumprir um papel que valorize a mulher no exercício de cargo público. Tem preparo para isso.

A ela boa sorte e que seja capaz, como cremos que é,  de manter sua posição e exercer sua função como magistrada, se assim o fizer,  ela e a população de Passos é que sairão ganhando.

segunda-feira, 3 de janeiro de 2011

É hoje!

A Câmara Municipal de Passos reúne-se logo mais às 19 horas para eleger a nova mesa diretora para o próximo biênio.  Três nomes despontam com possibilidades concretas de serem os presidentes. Cenira de Fátima Gomes Macedo, a Tia Cenira, Dr Cláudio Félix e José Antonio de Freitas Campos, o Tuco.  Para que um deles  se eleja será necessário que as nuvens tomem, para cada um deles, um formato diferente nos céus da política.

Para que Cláudio Félix vire presidente da Câmara ele precisa contar com apoio da maioria dos vereadores da oposição e também com o aval do seu partido, o PR.  Até agora ele conta com quatro votos, como apuramos: Cláudo Fèlix, Dentinho, Jefinho  e Zetinho. Já Tia Cenira, conta com o voto dela, Renato Andrade e Chaparral (três votos).  O apoio do PR sorria mais para a vereadora do que para Cláudio Félix. Essa posição vem da forma como se posicionou o presidente da legenda Wanilton Chagas, hábil nos bastidores. Mas esta habilidade não foi suficiente, até este momento, para levar o apoio do partido a Tia Cenira. Pode estar pesando para isso o fato de um acordo ter sido feito ainda no ano passado, quando Cláudio Félix abriu mão da candidatura em favor do Chaparral.

Mas Cenira tem cartas nas mangas. Ela pode contar com o apoio da bancada da situação. Discreta, habilidosa, articula com intensidade esse apoio, que pode contar com a boa relação que Renato Andrade tem com a situação. Se isto acontecer, ela põe em cheque o seu partido e em risco a habilidade cantada em verso e prosa da ação de Wanilton nos bastidores, a quem, aliás, está sendo atribuída uma manobra de aproximação com a administração atual.

Ele tem histórico para dar sustentação à tese, já que  era da base de apoio a Hernani e depois passou para a base de apoio à Ataíde.  Hoje é assessor de bancada do PR, mas dizem que lhe acenaram com o cargo de titular da SICTUR. Podem até ter feito isso, mas é possível afirmar com todas as letras que ele não aceitaria  a investida, se tal acontecer seria um verdadeiro sucídio político trocado pelas moedas de uma posição melhor como secretário de Indústria e Comércio.

Se prevalecer o canto da sereia ele pode levar o cargo, tia Cenira a presidência da casa, mas politicamente correm o risco, ambos, de se enterrarem.

Já Tuco aposta na divisão para virar presidente. Torce para que não haja acordo entre Tia Cenira e Cláudio Félix e assim, com os votos que tem (o dele, Edmilson, Marquinho Sallutii e Paulinho da Reintegrar), chegue ao segundo turno. Aí será preciso apenas dois votos tirados da oposição para assumir a presidência.

Então logo mais o quadro pode ser definido a) Pela lógica: Cláudo Félix, presidente, porque granjeou mais votos na oposição; b) Pela teimosia: Tia Cenira, com a possibilidade de implodir a oposição; c) Pela divisão da oposição: Tuco vira presidente.Deve dar a lógica. É aguardar e conferir. Faltam poucas horas.

terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Preparando o cenário

Dois anos de ação política parece que estão sendo suficientes para criar o cenário em que ocorrerá o pleito do próximo ano. Pesquisa feita pela Empop, que serviu de base para alavancar candidaturas a deputado – a quem quis seguir o que foi prospectado – trazia a leitura que o eleitor fazia das suas intenções para a eleição de 2010. Era o uniforme - a vestimenta - proposto para que os candidatos pudessem se apresentar ao público alvo.

Dois candidatos tiveram o privilégio de ler e avaliar esta pesquisa. Lá estava registrado o pouco caso que o eleitor tem com os partidos políticos- o PMDB é o partido em Passos que ainda tem algum peso. Lá também está o que o eleitor esperava de candidatos a deputado, em qualquer esfera, estadual ou federal. Honestidade, dinamismo e capacidade de trabalhar, este é o resumo,

Da administração municipal aguardava ações efetivas na área de saúde e a comparação entre Hernani e Ataíde, destacava em Hernani a honestidade, seu granda aval como homem público e em Ataíde, o dinamismo.

No que diz respeito às candidaturas a deputado Renato Andrade – o único que teve a pesquisa em mãos – vestiu o figurino e Cássio Soares, também. Nos outros casos, Alexandre Maia – com quem trabalhei – procurou se colocar no perfil, mas não foi feliz na tentativa e Tuta, ao fazer uma campanha municipalizada com foco na precariedade que a populaççao entende estar a saúde, foi bem, mas não o suficiente para sair eleito.

São as nuances que sinalizam para onde vai o pleito municipal.

O recado é este: o eleitor quer alguém honesto, dinâmico, trabalhador e preocupado com a saúde. No que diz respeito ao emprego, a cidade tem a média de desemprego maior que a do Brasil (em torno de 10%), mas não é avassaladora como já o foi por aqui a uma década atrás.

A situação tem Hernani e outros nomes que podem se colocar no pleito. Mas se não melhorar a sua capacidade de operação política está entregando a palha com a rapadura antes da hora. Nem é preciso dizer da área da saúde, que não melhora e quando se implanta algo que pode ajudar nesse rumo, a falta de infraestrutura pode pôr a perder a iniciativa, caso da implantação do protocolo de Manchete, que tem o digno propósito de dar atendimento prioritário para quem realmente precisa dele.

Fora isso Henani não demonstra nenhuma disposição de ocupar a posição que lhe cabe neste microcosmo do cenário macro: ser o prefeito secretário de saúde. Some-se isto uma CPI que apontou possíveis irregularidades feitas pela diretora de saúde Tânia Garcia na falsificação de assinaturas em recibos destinado a pagamentos de pessoal que particpava de campanha de combates a dengue, campanhas ditas como realizadas e que não ocorreram, envolvendo, além de Tânia outros servidores de confiança que deveriam pela envergadura do cargo agir para proteger o erário público e não o fizeram. Mas ainda é tempo. Diante da apuração da CPI- até para desmentí-la - é necessário que se instale o competente processo administrativo e, por consequência, uma sindicância apure os fatos. E aí, como disse o próprio Heranni “doa em que doer”, tome-se as medidas necessárrias. Em jogo, nada menos nada mais, que o patrimônio que o eleitorado aponta como sendo o maior que o atual prefeito tem a seu favor: a honestidade.

Do outro lado, flutuando em céu de brigadeiro, está Ataíde Vilela, que vem colhendo o fruto de uma administração que não consegue comunicar com eficiência seus feitos e que não atua de forma a reverter um quadro tido como precário na saúde. Além do que os processos propostos contra o ex-prefeito, que buscavam manchar sua reputação, começam a ruir, incluindo um em que o promotor Paulo Márcio é obrigado a pagar a ele indenização e outro em que a Folha da Manhã se vê na mesma enrascada. Estão vestindo em Ataíde, seus mais ferrenhos adversários, a roupa de honesto (que lhe faltou no pleito passado) e colocam por cima o manto do perseguido, a vítima que sabia trabalhar em prol da coletividade e que, na sua época, fazia da cidade um canteiro de obras.

Mas este cenário é parcial. Ainda deve completá-lo Renato Andrade, que pode mesmo ser vice numa chapa com Taquinho, embora o canto da sereia sinalize que ele pode ser o cabeça de chapa, mas quem o conhece sabe que Renato Andrade não é de romper palavra dada e se assumir a cadeira de deputado federal, como parece que a sorte esta lhe sorrindo, ai fica consolidada a proposta de candidatura de Taquinho a prefeito. O vice pode ser Nelson Maia e que ninguém se assuste com isso, porque é uma possibilidade real, o que pode arrastar para a candidatura de José Eustáquio do Nascimento o apoio de Cássio Soares.

Isto seria um revés para a candidatura de Fánio Kallas, outro que se especula que pretende ser candidato a prefeito. A maior bandeira dele deve ser a estadualzação da FESP, algo com que, pelos sinais de fumaça que temos, nunca foi algo seriamente almejado por ele, mas, claro, se for útil para uma candidatura a prefeito será abraçada com satisfação.

Taquinho é o nome, entre os que se colocam agora no páreo, com mais possibilidades de se encaixar no perfil que o eleitorado deseja: honesto, dinâmico e trabalhador. Seu nome tem repercussão popular, já que foi dirigente do Esportivo em uma época de glórias. Para Fábio falta este apelo. É eletista, tem índole autoritária e viés pouco popular.

2011 será o ano da montagem efetiva do cenário para 2012. Agora, ao finalizar 2010, apenas se prepara a montagem deste cenário, mas já dá para antever quão aguerrida será a disputa para a prefeitura no ano de 2012.

quarta-feira, 15 de dezembro de 2010

A vitória do reconhecimento

A Chapa 1 venceu a Chapa 2 no Sinrural. Isto quer dizer que a situação venceu a oposição e deu a Leonardo Medeiros mais um mandato à frente da entidade classista dos ruralistas de Passos. As duas chapas tinham programas parecidos, mas prevaleceu, numa votação que chegou a mais de 900 votos, o ponto de vista que mudanças não são necessárias na forma de conduzir o sindicato patronal. A vitória foi expressiva por 600 contra 300 votos.

A argumentação central da Chapa 2 – Tão Porto à frente – era o questionamento à Leonardo também presidente da Casmil, o qie impossiblitaria uma ação independente deste em relação a defesa de interesses da classe, já que um – o sindicato – tem que cumprir este papel – e a outra – a cooperativa – é um órgão de relação com o mercado e produtores.

Era uma boa linha de raciocínio, mas que não foi capaz de sensiblizar a maioria que preferiu manter as coisas como estão.

Certo está Taquinho, que teve papel importante na definição dos apoios a Chapa 1. Agora é hora de unir a classe, apagar o discurso de confronto e pensar em quem as duas entdades servem: o produtor rural.

De priviléhgios e direitos.

A Câmara Municipal, na última segunda-feira, esteve lotada por diretores da prefeituta municipal. São cargos de confiança que lutam por um reajuste de 46%. Para isso é necessário que os vereadores aprovem o reajuste de IPTU que, em alguns casos corregeria o valor venal de alguns imóveis em 300%, o que implicaria num aumento significativo a ser pago por quem fosse enquadrado na nova sistemática.

Os diretores querem, dessa forma, se diferenciar de forma profunda dos outros servidores que tiveram 5% de reajuste, A presicente do SEMPRE, Nelza Ifigênia, estrilou. “Temos uma defasagem acumulada de 93% e o executivo pretende dar aumento de 46% para diretores”, afirmou explicando porque não condorda com a idéia.

Há quem acredite que os vereadores atenderão ao executivo, mesmo a oposição sendo maioria,

Erra, nessa iniciativa, primeiro o executivo. Soa como esperteza atrelar o aumanento dos diretores a mudanças no cálculo do IPTU. Corre o risco de desagradar os eleitores, que não gostam de impostos, muito menos de ve-los aumentados. Mas erra também o legislativo ao tratar da questão com lentidão, esticando a corda, para negociar algo aqui ou ali. Os vereadores que entrarem nessa cantilena vão acumulando desgastes que depois não consiguirão se livrar.

É o que vem acontecendo com os repasses aos agentes de saúde colocados debaixo do balaio. Os recursos que pagam o salário deles vêm do governo federal. Era ´so sacramentar isso. Mas estão preferindo discutir o sexo dos anjos. De novo, executivo, por falta de uma articulação política e legislativo, pelo principio da negociação individual, erram e serão penalizados pela opinião pública. É esperar para ver.

quinta-feira, 9 de dezembro de 2010

Veio para ficar

Na segunda-feira, dia 6 passado, a Empop – Pesquisa de Opinião e Publicidade realizou a oitava edição do Empresas 10!. A idéia de realizar uma pesquisa que destacasse as empresas da cidade foi colocada em prática em 2003 pela primeira vez. Naquela ocasião, o jornalista Carlos Parreira e Clébio Hipólito, o Cléber da Folha, se uniram ao projeto. A intenção era premiar, com base na pesquisa da Empop, quem de fato estivesse em primeiro lugar.

Em pelo menos mais duas edições, se não me falha a memória, contei com a participação excelente de Cleber da Folha, um amigo até os dias de hoje. Já Parreira não participou da segunda edição em diante.

O diretor da Folha da Manhã objetivava barrar o que até hoje, a julgar pelo que publica no seu diário, considera errado que outras empresas fazem, ao “venderem certificados”. Até aí há uma coincidência de pensamento. É assim que penso também. Por isso até hoje quem é escolhido pela população como o Primeiro na Memória do Consumidor recebe o certificado do ano em sua mesa participando ou não da solenidade de entrega que acontece todos os anos,em jantar dançante, com coquetel e o certificado na moldura.

Todos os anos, de uns tempos para cá, quando me proponho a realizar o evento me sinto como se tentassem jogar no balaio dos “picaretas”, “vendedores de diplomas” e outros quetais. Um colunista, talvez frustrado pelo seu fraco desempenho eleitoral, pífio mesmo, completa as notas dos informes, tentando desqualificar um trabalho feito com seriedade e respeito aos que são mencionados na pesquisa estejam em primeiro lugar ou não.

Este ano, a ação veio de outro pólo. Resolveram realizar uma pesquisa aos moldes da que fazemos. Fizeram no primeiro semestre do ano – ao contrário da que a Empop fez, que foi agora na 2ª quinzena de outubro – e tinha a intenção – pelo que se ouviu – entregar o prêmio em janeiro de 2011. Repentinamente mudaram de idéia e marcaram a data do evento deles (Folha da Manhã, FESP e ACIP) para o mesmo dia do Empresas 10! Dia 06 de dezembro deste ano.

Algumas pessoas estranharam a coincidência.

Eu não estranhei nada, já que acho que é direito das pessoas tentarem ganhar a vida da forma que acharem melhor, desde que honestamente.

Mas algumas perguntas precisam ser feitas. Mesmo que ninguém lhe dê as respostas.

Qual a razão de uma instituição de ensino superior trabalhar uma pesquisa do tipo dessa? Estágio dos alunos do curso de administração? Será que a FESP foi uma das parceiras no pagamento do coquetel oferecido aos empresários que foram lá receber o prêmio? Em que este coquetel tem de serventia para os alunos da instituição? Se a pesquisa pode ter uma justificativa acadêmica, que valia cientifíca tem um coquetel que, se contou mesmo com a participação fincanceira da FESP, para os alunos, a não ser o de aumentar o custo dos cursos?

Perguntas não muito diferentes podem ser feitas a ACIP- Associação Comercial e Industrial de Passos. Se a ACIP for outra parceira que bancou o evento, que beneficio isto traz a seus associados? Não teria a ACIP de procurar estimular o comércio e a indústria, propondo formas de crescimento da atividade no lugar de entrar numa área onde empresas poderiam estar atuando gerando emprego e renda? Não é este o caso das empresas que promovem este tipo de atividade? No caso do Empresas 10! só no dia do evento cerca de 25 pessoas estiveram envolvidas na sua realização. A ACIP, através de seu presidente, Carlos Renato Lima Reis, o Renatinho, não estaria indo na contra mão da função estatutária de fomentar a atividade comercial e industrial na cidade?

No que diz respeito a FESP, já é de velho conhecido de todos como ela é dirigida pelo seu presidente Fábio Kallas. Há quem aprove. Mas há os que não condordam com o método, no mínimo anti-democrático, entre os quais me incluo.

Bem na fita, ao que parece, saiu-se a Folha da Manhã, que tem sido prestigiada por publicidades que vão da meia a página inteira com mensagens publicitária da FESP. Pode ser coincidência, mas que soa esquisito isto soa.

Por outro lado, torço para que o evento deles continue a ser realizado todos os anos, porque o Empresas 10!, enquanto força eu tiver vai acontecer e quero aproveitar para agradecer os 70 empresários e personalidades que aderiram ao evento. Foi por eles que a festa foi feita e foi graças a eles que ela saiu magnífica e intensa de alegria!!!

Obrigado!